sábado, 19 de dezembro de 2009

RÉVEILLON BRAZILIAN



Além da tradicional queima de fogos na Esplanada dos Ministérios, rola também Réveillon Brazilian no Espaço Floresta,localizado na Galeria dos Estados, próximo à Rodoviária do Plano Piloto.



★★Ambiente fechado, com segurança e estaciomento.


★★Djs ,lançamento DVD Lady Gaga


★★Gogo Diego Kennedy e Boy Supresa.


★★Mesa de Frutas,Champanhe gratis nos 10 primeiros minutos de 2010 para comemorar a chegada de uma nova era.


A PORTARIA ESTARÁ ABERTA EXATAMENTE ÀS 22h


1º lote: R$ 20 (01 a 15 de dezembro) esgotado
2º lote  R$ 25 (16 a 27 de dezembro
   PORTARIA: R$ 30
A venda dos ingressos será realizada SOMENTE no local da Festa, Restaurante Floresta localizado na Galeria dos Estados,próximo a Rodoviária do Plano Piloto EM HORÁRIO COMERCIAL. Os produtores da Festa prometem um Réveillon pra lá do que espécial ! ! !CENSURA 18 ANOS
             Informações:
(61) 8471-2799 / 8472-5164

















quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

A empresa ou Você?


Curta-metragem criado nas oficinas do Tela Brasil, mostra a dificuldade que tem os transexuais, no acesso ao emprego no mercado privado. E aborda sobre tudo a questão da identidade, de como a pessoa se enxerga e é enxergada. O roteiro foi baseado nas peças de teatro forum do casa xv,onde o publico muda o destino da protagonista.
Neste curta,estreado pelos oficinantes do tela brasil, a protagonista principal é uma transexual.
A data de estreia é dia 19/12/09 ás 11h no cine mark do Taguatinga shopping.
Compareçam.

Transexual chega ao doutorado

Fonte:Correio Brasiliense
09/11/2009 - 17:29hs
Exemplo: Transexual chega ao doutorado


Jaqueline Jesus é brasiliense, mas filha de um sergipano operador de computador e de uma professora mineira de ciências. Viveu a maior parte de sua vida em Ceilândia. Estudou em escolas com formação religiosa. Sempre foi uma das melhores alunas da sala. Gostava de artes, especialmente desenho. É funcionária da UnB, cedida ao Ministério do Planejamento. Formou-se em psicologia na universidade. Antes, porém, havia passado para química, mas desistiu no primeiro ano.

Fez mestrado, sendo aprovada em primeiro lugar. Ano que vem, defenderá sua tese de doutorado no Instituto de Psicologia da UnB. Em tempo: também foi aprovada em primeiro lugar na seleção para o doutorado. Em tudo que se propôs fazer, Jaqueline se destacou como exemplo.

Seu nome original é Jaques Jesus. “Aos 6 anos, minha tia percebeu que eu não era como os outros meninos. Gostava de bonecas. Cheguei até a fazer casinhas de papelão pra elas, mesmo que não as tivesse por perto. Fingia que elas existiam e brincava assim mesmo. Não me identificava com nada de menino”, conta Jaqueline.

Aos 12 anos, além da tia, do pai, da mãe, dos parentes mais próximos e até de alguns vizinhos, todos sabiam que o filho do operador de computador e da professora era “diferente”. “Delicado demais”, cochichavam alguns, à meia-boca. A palavra homossexual jamais fora pronunciada. “Com 12 anos, tive a minha primeira relação com um garoto. Foi quando descobri que realmente me sentia atraída por homens.”

Jaqueline se tornou adolescente. Na escola — e fora dela —, sofreu toda sorte de preconceitos. “Os meninos me perseguiam, me agrediam verbalmente”, diz. Ainda assim, engolindo o choro, ela não tinha dúvida da sua orientação. “Aos poucos, fui construindo a minha identidade sexual e me vendo como um rapaz gay. O preconceito era duplo: além de negro, eu era gay.” O adolescente gay se tornou um homem gay. Passou a discutir questões da sexualidade, diversidade e os direitos das minorias. Engajou-se, para se sentir vivo.

Em 1997, aos 19 anos, começou a cursar psicologia. Na mesma época, Jaqueline entrou para a militância do Movimento de Gays, Lésbicas e Transgêneros (GLBT) de Brasília. Presidiu o Grupo Estruturação. Lutou por aquilo em que acreditava. Foi recebida por autoridades. Algumas conquistas se somaram. Em casa, porém, a homossexualidade de Jaques não era comentada. Assunto nunca dito. Palavra jamais pronunciada. O silêncio se fez respeito. Em 2000, aos 22 anos, mudou-se para o Plano Piloto. Foi morar com o primeiro companheiro. A relação durou 12 anos. “Ele terminou comigo assim que dei início ao meu processo de transformação. Disse que não saberia viver com uma mulher. Eu entendi. Sofri muito. Ficou a amizade.”


Carta
Jaqueline mergulhou na análise. “Me perguntava o tempo todo: ‘Será que sou mesmo transexual?’. Passei por momentos de muita angústia.” Com a ajuda da terapeuta, descobriu aos poucos que não desejava se sentir um homem homossexual, mas uma mulher. “Era a minha própria identidade de gênero”, explica. Ela começou a frequentar o grupo de transexuais do Hospital Universitário de Brasília (HUB). Ouviu depoimentos de outros transexuais — homens e mulheres.

Jaqueline leu tudo a respeito do assunto. Procurou médicos e uma fonoaudióloga. Em maio deste ano, começou a usar hormônios, receitados por uma endocrinologista. E sentiu, aos poucos, as transformações físicas no seu corpo. Cresceram os seios. As feições ficaram mais delicadas, mais femininas. Os pelos, que eram poucos, hoje são eliminados com depilação a laser.

E é chegada a hora de mudar o guarda-roupa. Ternos, gravatas e sapatos deram lugar a terninhos, vestidos e saltos. “Doei todas as roupas masculinas.” Tudo pronto para a nova mulher que ela já sabia existir. E como enfrentar os colegas de trabalho, no ministério? Como sair Jaques, na sexta, e voltar Jaqueline, na segunda?

Com a formação em psicologia e o apoio recebido durante os anos de terapia, Jaqueline fez uma carta aos colegas do ministério. “Eu explicava todo o processo da minha transexualidade. E dizia que um dia chegaria vestida como de fato me sentia. Tive uma reunião com a chefia. O psicólogo do HUB foi ao meu trabalho”, detalha. Há um mês, Jaqueline se vestiu pela primeira vez como mulher. “Logo que cheguei, os porteiros comentaram que eu tava muito bonita. Me senti segura.”


Cirurgia
Alguns transexuais optam pela cirurgia radical de mudança de sexo — procedimento reconhecido e autorizado pelo Sistema Único de Saúde. Não aceitam de forma alguma a genitália masculina. Em casos extremos, quando não recebem apoio psicológico e não conseguem operar, chegam à automutilação e ao suicídio. Jaqueline faz acompanhamento no HUB justamente para decidir se quer ou não a cirurgia. “Meu órgão genital não me causa repugnância. Operar é uma decisão que requer análise e maturidade. E nenhuma dúvida”, reflete a doutoranda da UnB.

A luta agora é para conseguir mudar, na Justiça, o nome e, se possível, o gênero — feminino — nos novos documentos. “Juntarei os laudos médicos e darei para o meu advogado. O que fiz foi ajustar o meu corpo à minha identidade social”, explica. Com os olhos marejados, reconhece, ajeitando a aliança: “Consegui sair de dentro de mim mesma. Isso é renascimento”.

No Instituto de Psicologia da UnB, a torcida pela aluna do doutorado é unânime. “Há muito tempo não via a Jaqueline. Na verdade, a última vez que a vi, ela era Jaques. Esse é um momento histórico para toda a academia. Alguém que assume essa transformação, não apenas no ambiente privado, tem uma atitude política, no sentido de dizer que é possível sermos diversos, com nossas opções, escolhas, orientações, seja qual o nome se queira dar. O ser humano tem que estar bem na pele dele — seja com saia ou calça. E precisa ser reconhecido e aceito assim na sociedade”, defende a professora de Jaqueline, Ângela Almeida.

Ainda comovida com a nova aluna e tentando usar o pronome corretamente (“isso virá com o tempo”, explica), Ângela continua “Ele (ela) sempre foi brilhante e impertinente. Lutou pelo respeito e pela não homofobia”. Danielle Coenga, colega do mestrado, emenda: “Ela tá colocando em prática o discurso politicamente correto. É como se dissesse: ‘Eu sou isso aqui...’”. Para Sandra Studart, psicóloga e coordenadora do grupo de transexuais do HUB, a vitória de Jaqueline ajuda a sociedade a compreender melhor o universo dos transexuais: “Isso quebra o estigma da marginalidade, da prostituição e do subemprego que normalmente cerca essas pessoas”. Jaqueline é a primeira mulher transexual brasiliene a chegar ao doutorado na UnB.

Se no ambiente de trabalho e na academia a aceitação foi normal, em casa não houve tanto espanto. É bem verdade que o pai preferia ter um filho homossexual a uma mulher transexual. “Ele acha que o preconceito seria menor.” A mãe morreu há dois anos. “Ela entenderia bem. Sempre me aceitou”, diz. O irmão apresentou-a à namorada como irmã. No casamento de uma prima, Jaqueline se mostrou pela primeira vez vestida de mulher. Levou o novo companheiro. A avó, de 89 anos, olhou-a com compaixão e lhe disse, na frente de todos: “Minha filha, se você tá feliz, é isso que importa”. Todos entenderam. Novamente o silêncio se fez respeito.

E o que Jaqueline quer mais? “Terminar meu doutorado, viver com o meu companheiro e lutar por todas as causas sociais e contra quaisquer formas de discriminação. É isso que sonhei a vida toda. Minha luta não será em vão.” Antes de qualquer coisa, esta é uma história feita de demasiada coragem.

Para saber mais:

sexta-feira, 25 de setembro de 2009


Dia 27 de setembro ás 14h, concentração na Qd.101, vai realizar a 2ªCaminhada da Diversidade do Recanto das Emas,realizada pelo GRUPO INTEGRAÇÃO LGBT.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

I Parada da Diversidade LGBT de Ceilândia


O Elos - Grupo LGBT do DF e Entorno confirma a realização da I Parada da
Diversidade LGBT de Ceilândia, manifestação que está prevista no Projeto
"Paradas da Diversidade LGBT das Cidades do Distrito Federal", divulgado
no início do ano pela Federação LGBT do DF e Entorno. O evento estava sob
o comando de outra ONG, mas por problemas internos não poderam realizá-lo.

A data está mantida e será domingo 23 de agosto. O evento tem apoio da
Federação LGBT do DF, da Associação da Parada do Orgulho LGBTS de Brasília
e o patrocínio da Brasiliatur, empresa de turismo do GDF.

A concentração do evento ocorrerá no estacionamento do metrô, Ceilândia
Centro, a partir das 14h. O tema da passeata é Stonewall: 40 anos de luta
pela cidadania LGBT, conforme projeto divulgado.

O Elos convida todas as pessoas LGBT's, simpatizantes e aliad@s para
realizarmos uma manifestação linda do ORGULHO de ser LGBT e levar às ruas
de Ceilândia a mesma sensação de liberdade que está ocorrendo em todas as
Paradas LGBT do DF, do Brasil e do mundo. Nesse sentido, solicitamos apoio
na ampla divulgação e na realização, pois a parada é de tod@s!

Abraços coloridos de toda a família Elos LGBT/DF e Entorno.

A diretoria.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

IX edição da Mostra Dulcina


A partir do dia 25 de junho, a FADM - Faculdade de Artes Dulcina de Moraes, em parceria com o Teatro Caleidoscópio e a Funarte, apresenta a IX edição da MOSTRA DULCINA, a I edição do FESTIVAL DE CENAS CURTAS e a Exposição PLANO-FRAGMENTO. Serão 11 dias recheados de espetáculos teatrais, cenas curtas e uma diversificada exposição de artes plásticas resultado da produção artística dos estudantes, dramaturgos, diretores e professores de artes cênicas e plásticas da FADM.

As Salas Plínio Marcos e Cássia Eller, do Complexo Cultural da Funarte, os Teatros Caleidoscópio e Dulcina de Moraes e as Galerias da Faculdade Dulcina de Moraes vão abrigar os 23 espetáculos e intervenções cênicas e as 48 obras plásticas que compõem a Mostra, o Festival e a Exposição neste ano de 2009.

Com entrada gratuita para todas as apresentações cênicas, o público de Brasília poderá apreciar leituras dramáticas, improvisações, teatro-instalações, cenas curtas e espetáculos cênicos de obras de Timochenco Wehbi, Bertolt Brecht, Gero Camilo, Arthur Azevedo, livre adaptações de Federico Garcia Lorca, Arnaldo Jabor e Nelson Rodrigues, além de criações coletivas, todas sob a direção e coordenação de professores da Faculdade - importantes nomes da cena teatral da cidade - Fernando e Adriano Guimarães, André Amaro, Tullio Guimarães, Rodrigo Soalheiro, Gislene Rodrigues e Giselle Rodrigues.

Enriquecendo a Mostra e trazendo à cena mais uma vertente artística, a FADM, de 25 de junho a 10 de julho com entrada gratuita, apresenta ainda, nas suas duas galerias, a sua maior exposição de obras de arte dentro da Mostra Dulcina - “Plano-Fragmento”, uma rica exibição de fotografias, instalações, desenhos e pinturas de mais de 50 alunos da Faculdade sob a curadoria dos professores Átila Ribeiro e Cecilia Mori, que buscaram exibir o caráter experimental vivenciado nos ateliês da Instituição.

Esta IX edição da Mostra Dulcina é dedicada a dois homens que ajudaram a acordar muitas sensibilidades, Augusto Boal – o “inventor” do Teatro do Oprimido e Mangueira Diniz, poeta e diretor, radicado em Brasília, que imprimiu a marca da ousadia em suas encenações.

De: 25/06/2009 a 10/07/2009

Ingressos: Entrada gratuita

Ponto de Venda: Entrada gratuita

Oficina de Técnicas Circenses


Estão abertas, a partir de amanhã (30/6) e prosseguem até o dia 6 de julho, as inscrições para as Oficinas de Técnicas Circenses em Aéreas (trapézio simples, tecido e lira, entre outras) e Acrobacia (acrobacia de solo e duos, entre outros). Serão oferecidas 25 vagas em cada oficina.

Os interessados podem se inscrever, gratuitamente, pelo endereço eletrônico circobsb@funarte.gov.br, pelo telefone (61) 3322-2031 ou diretamente no Complexo Cultural da Funarte em Brasília.

Para se inscrever são necessários o nome completo e o nome artístico, este último que irá constar no certificado a ser emitido no final da capacitação.

As oficinas vão acontecer no Teatro Plínio Marcos, de terça-feira (7/7) a sexta-feira (10/7), e serão ministradas pelos professores Pirajá Bastos (Solo) e pelas professoras de Aéreo, Ângela Maria Cericola e Juliana Berti, da Escola Nacional de Circo (ENC).

As técnicas de Acrobacia serão realizadas pela manhã, de 8 às 12 horas, enquanto as técnicas Aéreas serão ministradas de 14 às 18 horas.

O treinamento faz parte do Circuito Funarte de Capacitação em Artes Cênicas, que teve início em Fortaleza (CE), no último mês de maio, e já passou por Belo Horizonte (MG) e Londrina (PR). Depois de Brasília, o circuito segue para Manaus (AM) e Vitória (ES).
Local: Sala Plínio Marcos

Endereço: Complexo Cultural da FUNARTE - Eixo Monumental Setor de Divulgação Cultural Lote 02

Telefone do Local: ---

De: 07/07/2009 a 10/07/2009

Ingressos: Inscrições gratuitas

Ponto de Venda: Inscrições gratuitas